Categoria: ‘Formação de imagens digitais’
Caminhos para implantar um minipacs
Esses dias, um cliente meu perguntou o que era necessário para ele montar um mini-pacs. A resposta:
O caminho que você pode seguir se quiser implantar os serviços por você.
Se você deseja baixo custo, descentralização e mobilidade, então estamos falando de um sistema web.
De tecnologia, bastaria você ter uma banda larga muito boa (satélite ou dedicada), um servidor dedicado e implantar um software.
Gerenciamento de Informação em Saúde (PACS)
Gerenciamento de Imagens e Informação
No manejo de informação dentro do hospital por meio de uma rede de computadores, surgiu inicialmente o conceito de Sistemas de Informação Radiológica – RIS (Radiology Information Systems) e que demonstraram que é possível utilizar sistemas computadorizados para melhorar o gerenciamento dos pacientes, a geração e distribuição de relatórios, as facilidades de utilização dos recursos disponíveis, a localização dos filmes, e as rotinas de funcionamento do setor de radiologia. Freqüentemente eles são integrados ao Sistema de Informação Hospitalar (HIS – Hospital Information Systems). Como o RIS faz tudo menos trabalhar com as próprias imagens, na década dos 80 este conceito foi ampliado para incluir o que chamamos de PACS (Picture Archiving and Communication System, ou sistemas de arquivamento e comunicação de imagens). É um sistema que permite, como o nome diz, a armazenagem e recuperação das imagens em uma rede de computadores.
Imagem médica digital
Evolução das Técnicas Radiológicas
Em 1895, o físico alemão Wilhelm Conrad Rõntgen descobriu os raios X, que revolucionaram o meio cientifico, e em especial a Medicina, de tal forma que por volta de 1900 a radiologia já existia como especialidade médica. Por volta de 1940 novas tecnologias como a televisão e intensificadores de imagens permitiram a realização de fluoroscopias(Forma de exame de órgão realizada através de tela fluorescente, mediante o emprego de raios X) de ótima qualidade e em tempo real, as quais foram os únicos métodos existentes até a década de 70. O desejo de separar estruturas superpostas também levou ao desenvolvimento de uma variedade de técnicas tomográficas analógicas, especialmente a tomografia axial (seções transversais), mas que davam maus resultados. Os pesquisadores reconheceram, então, que um computador seria necessário para realizar a limpeza dos borrões, e métodos matemáticos para reconstrução de imagens foram desenvolvidos, principalmente por Cormack. Por volta de 1970, Hounsfield e sua equipe da EMI Corporation desenvolveu o primeiro tomógrafo computadorizado comercialmente viável, que permitiu pela primeira vez a visualização de estruturas internas do corpo através de seções transversais, trabalho pelo qual ambos pesquisadores receberem o prêmio Nobel de Medicina em 1979.
Após a invenção do tomógrafo computadorizado, vários métodos de produção de imagens foram desenvolvidos, como a MRI (tomografia de ressonância magnética), que produz cortes tomográficos a partir de campos magnéticos, a ultra-sonografia, e a cintilografia(Técnica de exame que permite a visualização de órgão interno pelo mapeamento automático da distribuição espacial de isótopos radioativos dentro do corpo), com o uso de isótopos radioativos que além de gerar imagens de estruturas anatômicas, presta-se a avaliação da função orgânica; e entre as quais se conta o SPECT e o PET (Exames funcionais do cérebro).
Podemos atribuir a muitos fatores a multiplicação das modalidades de produção de imagens médicas, tais como a melhor compreensão dos princípios básicos da captação de imagens, aperfeiçoamento de técnicas matemáticas de reconstrução, a evolução dos computadores com desenvolvimento de equipamentos mais baratos e mais seguros. Esta melhoria na tecnologia da computação levou a uma tendência para a geração de imagens digitais, e os exames tradicionais de raios X podem agora ser adquiridos e processados pelo computador. A aquisição e análise de imagens digitais de raios X formam a base de um novo campo chamado radiologia digital. Leia o restante »
Pixel, voxel e resolução de imagem
Pixel
Um pixel (abreviatura do termo inglês “picture element”) é um dos milhares de minúsculos pontos que aparecem no quadriculado de uma tela ou de uma folha impressa. Estes pontos, ou blocos, têm cada um sua cor para mostrar imagens nas telas do computador, e representam os menores elementos que podem ser manipulados para gerar gráficos. Como não são infinitamente pequenos, os pixels só se aproximam da cor real de um objeto. Por esta razão, as linhas das imagens geradas por computador (denominadas bitmaps) exibem um aspecto irregular quando se olha bem de perto.
Leia o restante »

