Categoria: ‘PACS’

PACS na prática

Estudo de caso do Hospital Sírio Libanês.

Como Funciona no Dia-a-Dia

Dias, horas,minutos. A banda larga que faz toda a diferença naquele download que você está louco para estrear também já abrevia distâncias nos hospitais brasileiros. Pouco importa se o paciente está em São Paulo, no Rio ou numa pequena cidade no interior de Rondônia. Por meio de conexões de alta velocidade, médicos de vários hospitais estão realizando videoconferências, com direito de transmissão de imagens de exames como tomografia e ressonância magnética. Eles discutem casos clínicos, definem diagnósticos e tratamentos e até participam de cirurgias a distância. A videoconferência em banda larga também virou um recurso de capacitação e atualização profissionais na medicina – algo geralmente inacessível para quem está longe das grandes cidades. Nos casos mais complexos, ainda dá a oportunidade de ouvir a segunda opinião de especialistas de hospitais em outros países.

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Informatização em Saúde

Níveis de Informatização em Saúde

A utilização da computação na área da saúde data do fim do século XIX com a criação de sistemas de cartão perfurado que analisavam dados epidemiológicos. Desde este começo rudimentar, a tecnologia na área da informática evoluiu de com grande rapidez, incluindo modernização de equipamentos, popularização de hardwares e refinamento dos aplicativos. Nos dias de hoje dificilmente encontramos alguma área de atividade humana totalmente desvinculada dos processos informatizados.

A utilização da informática na área da saúde compreende vários aspectos. Desde a modernização de equipamentos, métodos diagnósticos, procedimentos cirúrgicos etc., até na agilidade de atendimento, na coleta de informação, no gerenciamento de recursos e organizações.

Por exemplo, no que diz respeito às informações de cada paciente, a utilização da informática pode abranger, desde um nível básico como um banco de dados de exames laboratoriais, até níveis mais complexos de intercâmbio e armazenamento de informações de diferentes departamentos ou em diferentes organizações.

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Gerenciamento de Informação Hospitalar

Gerenciamento de informação em um hospital envolve a transmissão de imagens em redes. A integração de estações de visualização distribuídas, bases de dados on-line, sistemas de gerenciamento de imagens, e redes locais de larga escala permitem que os dados de imagens sejam partilhados entre profissionais de saúde e que seja feita a visualização local e remota. Além disso, os dados podem ser vistos em múltiplos locais simultaneamente.

Os principais meios de transmissão em redes são os cabos coaxiais e fibras óticas. Cabos coaxiais são usados em TV a cabo, e suportam uma variedade de topologias de redes. Redes coaxiais são relativamente baratas e confiáveis, apesarem de serem susceptíveis a interferência elétrica e de radiofreqüência. Redes de fibra ótica oferecem um alto grau de confiança sem problemas com interferência. A capacidade máxima de transmissão de dados deve ser suficiente para suportar as necessidades do departamento ou clínica.

O hardware necessário para o trabalho em redes deve estar de acordo com o sistema PACS desenvolvido e com o protocolo de comunicação de redes. O National Equipament Manufacturers Association (NEMA) e o American College of Radiology (ACR) cooperaram para criar um formato padrão de dados de imagens, chamado ACR-NEMA e foi o primeiro passo para conseguir a adesão dos fabricantes de equipamentos de imagem digital, facilitando a sua interconexão direta em rede. Atualmente o ACR-NEMA evoluiu para um novo padrão, amplamente adotado, chamado DICOM.

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Gerenciamento de Informação em Saúde (PACS)

Gerenciamento de Imagens e Informação

No manejo de informação dentro do hospital por meio de uma rede de computadores, surgiu inicialmente o conceito de Sistemas de Informação Radiológica – RIS (Radiology Information Systems) e que demonstraram que é possível utilizar sistemas computadorizados para melhorar o gerenciamento dos pacientes, a geração e distribuição de relatórios, as facilidades de utilização dos recursos disponíveis, a localização dos filmes, e as rotinas de funcionamento do setor de radiologia. Freqüentemente eles são integrados ao Sistema de Informação Hospitalar (HIS – Hospital Information Systems). Como o RIS faz tudo menos trabalhar com as próprias imagens, na década dos 80 este conceito foi ampliado para incluir o que chamamos de PACS (Picture Archiving and Communication System, ou sistemas de arquivamento e comunicação de imagens). É um sistema que permite, como o nome diz, a armazenagem e recuperação das imagens em uma rede de computadores.

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