Categoria: ‘Radiologia Odontológica’

Placa bacteriana.

Em Odontologia , a placa bacteriana, ou biofilme, também referida como placa dental, é o acúmulo de bactérias  da flora/ microbiota bucal  sobre a superfície dos dentes  e que é o fator determinante para que ocorra a cárie e a doença periodontal.

Esse acúmulo é mais intenso nos locais onde a higiêne bucal  não está sendo feita de maneira adequada.

Dentre os vários tipos de microorganismo presente na placa, destaca-se o Streptococcus mutans. Este grupo de bactérias é capaz de resistir a um ambiente ácido, comum na boca de quem consome açúcar  com muita freqüência, o que a favorece em uma competição com as demais bactérias que vivem na placa. O Streptococcus mutans metaboliza o açúcar que consumimos e produz ácido que agem na estrutura mineral do dente, destruindo-a e formando cavidades que são as cárie. A placa bacteriana é um meio biofilme ainda não mineralizado, mas com o decorrer do tempo, do metabolismo  microbiano e alguns fatores ligados a gás carbônico, este biofilme se mineraliza aos poucos, tornando-se um cálculo dentário, também chamado de tártaro. Enquanto placa bacteriana, é possível removê-la com uma técnica de escovação adequada e freqüente, mas ao estar mineralizada, somente com instrumentos afiados para removê-la, a técnica da tartarectomia.

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MAU HÁLITO (Halitose)

Consiste nos odores desagradáveis oriundos da cavidade bucal ou através da respiração.
Desde que o mundo é mundo, as pessoas se lamentam do mau hálito. Há uns 3,5 mil anos, o médico grego Hipócrates já prescrevia um bochecho de vinho com ervas aromáticas para melhorar o hálito. E um jovem fabricante de cosméticos, na velha Roma, ficou riquíssimo quando inventou e começou a produzir essência de hortelã para melhorar o hálito.
Cerca de 60% de toda a população mundial tem ou teve mau hálito. Uma das causas básicas do mau hálito, ou halitose, está relacionada aos molhos picantes que usamos na nossa alimentação. Após digerirmos alho ou cebola, por exemplo, o seu odor não só se apresenta em nosso hálito, como até recende de nossa pele ou vem do ar que expelimos dos pulmões.
Mas 90% daquele “bafo repulsivo” que muita gente tem procede dos resíduos alimentares daquilo que comemos durante o dia, sem que tenhamos acesso ou tempo para escovar os dentes após cada refeição, mesmo aquele cafezinho do escritório. Minúsculas partículas de comida são acolhidas no intervalo dos dentes, das pontes ou dentaduras que usamos.
Se você padece de placas na gengiva, tal efeito pode perdurar por dias. Muito comum causa de halitose, o acúmulo de alimentos nas reentrâncias das amígdalas gera “fermentação” destas substâncias com a, conseqüente, proliferação destas bactérias. Há a, eventual, liberação de “farelinhos” mal-cheirosos recebendo o nome de amigdalite caseosa (caseo amigdaliano)….
A bactéria que vive na boca e se banqueteia com os resíduos de comida que ficam entre os dentes é a primeira causa do mau hálito. Como ela fermenta, seus sub-produtos geram gás sulfúreo, o mesmo gás presente no ovo podre. Essas bactérias gostam de se localizar na parte anterior da língua, criando aquele muco esbranquiçado que geralmente constatamos ao acordar pela manhã.
Para nossa sorte, a natureza fez com que o corpo humano tivesse em nossas bocas sua própria defesa anti-bacteriana: a saliva. A bactéria bucal que causa mau hálito é “anaeróbica”, isto é, as que gostam de viver em locais onde existe pouco ou nenhum oxigênio. A saliva, dentre outras coisas, contém excesso de oxigênio.
O cheiro desagradável que sentimos em nosso hálito ao acordar procede da bactéria que se escondeu em locais sem oxigênio da boca. As glândulas salivares restringem ao mínimo sua produção durante as horas do sono, porque você não está acordado e comendo. A boca resseca, e as bactérias se multiplicam, fazendo com que seu hálito cheire fermentado ao que você comeu na noite anterior.

Fonte :http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?280

Incidência panorâmica em Radiologia Odontológica

A ortopantomografia ou a radiografia panorâmica possibilita, ao mesmo tempo como único procedimento de imagem, a completa reprodução dos dentes e do maxilar, com inclusão da articulação temporomandibular e da cripta alveolar dos seios maxilares. Deve ser utilizada, quando o paciente passa inicialmente por exame clínico. Os aparelhos de radiografia atuais conferem detalhes excelentes das raízes dos dentes e qualquer impactação. O filme panorâmico é necessário para calcular a idade e desenvolvimento dental, bem como pesquisar patologias, incluindo a reabsorção da raiz, que podem ocorrer durante o tratamento ortdôntico.

2.1 PROCEDIMENTO PRÁTICO

A conformação individual e única do maxilar na arquitetura do crânio da face exige uma técnica de regulagem individual manual das regras de posicionamento, geralmente formulado no sentido de garantir uma qualidade na capacidade de interpretação ótima das radiografias-padrão. Com um bloco de mordida, os dentes anteriores são fixos em mordida topo a topo. Para determinadas questões específicas, a radiografia-padrão é feita em chave de oclusão. Em condições especiais, a incidência-padrão pode ser variada, conforme a necessidade.

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