Categoria: ‘Ressonância Magnética’

O que é PET e SPECT

PET e SPECT

A história desses exames começa na década de 60 e o precursor deles foi o que se conhecia por mapeamento de tireóide (cintilografia de tireóide). Naquela época se injetava uma substância ligada a iodo radioativo no paciente, esse iodo era capturado pela glândula tireóide e uma câmara detectava os raios gama que emanavam do iodo radioativo e, tal como um contador “geige”, registrava a imagem radioativa num papel e a cores.

A imagem do mapeamento de tireóide era composta por pontinhos, e tinha uma densidade de pontinhos maior nas regiões onde o metabolismo da tireóide era mais alto, ou seja, onde as células estavam capturando mais iodo, portanto, onde as células eram mais ativas. O mapeamento de tireóide tratava-se, então, de um exame funcional, examinava a função da glândula. Fazia-se assim um mapa funcional da glândula. Através desse mapa podia-se ver partes da glândula que funcionavam de mais ou de menos.

Os atuais PET e SPECT funcionam com o mesmo princípio do antigo mapeamento de tireóide, apenas foi acrescido e requintado com sofisticação técnica e com os modernos recursos da informática.

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O que é Ressonância Magnética

Ressonância Nuclear Magnética

A Ressonância Magnética é conhecida desde 1940, inventada por Purcell and Bloch, os quais, receberam o Prêmio Nobel de Medicina em 1953, tanto quanto posteriormente, também receberam esse prêmio os inventores da Tomografia Computadorizada.

A Ressonância Magnética é um método de imagem que aproveita as propriedades naturais dos átomos existentes no corpo humano para criar uma imagem de diagnóstico. Tomando por base a possibilidade de exposição à radiação ionizada, a Ressonância Magnética, por não utilizá-la, é um método mais inócuo que os Raios X tradicionais ou que a Tomografia Computadorizada. A imagem por Ressonância Magnética explora a mini-magnetização natural do átomo de hidrogênio, o mais abundante do corpo humano.

Os átomos de hidrogênio podem ser considerados como pequenos imãs (pequenos dipolos magnéticos) e, quando o corpo do paciente é colocado sob a influência de um forte campo magnético, esses átomos ficarão alinhados na direção das linhas de força desse forte campo magnético. Eles também girarão em torno dessas linhas de força com uma certa freqüência, movimento este chamado de precessão. Se esses átomos são bombardeados com ondas eletromagnéticas na freqüência da precessão, eles absorverão energia.

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